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quarta-feira, junho 23, 2004

  Ainda a propósito de Abramovich...

Nem de propósito... a Nat Geo deste mês fala do petróleo russo. Esta passagem parece escrita a propósito do post que está aí abaixo, "Os Recursos São do Povo, o Petróleo é de Moscovo".

"Antigo baluarte da indústria petrolífera soviética, a Sibéria entrou em decadência no princípio dos anos 1990, com a ruína dos seus poços e infra-estruturas. Mas recuperou.

Em 2003, a Rússia ultrapassou a Arábia Saudita e tornou-se o maior produtor mundial. As empresas privadas aventureiras que compraram os campos soviéticos a preços de saldo no início da década de 1990 tomaram importantes medidas para modernizá-los. Reavaliaram os campos usando tecnologia sísmica de ponta, a fim de determinar onde se encontrava o petróleo e qual a melhor forma de o obter. Encerraram poços pouco promissores e conseguiram extrair mais de outros por meio de fracturação hidráulica, ou seja, injectando líquido a alta pressão, no poço, para despedaçar a rocha e abrir novas vias de escape para o crude. 'Fomos lá da mesma maneira que a ExxonMobil ou a ChevronTexaco teriam feito e estamos a obter aumentos [de produção] de 20% ao ano', explica Ray Leonard, um negociante de petróleos norte-americano e vice-presidente da Yukos, uma das duas maiores empresas petrolíferas russas."


Para ler o resto, é preciso comprar a revista. A Nat Geo vale todos os cêntimos que custa.

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