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terça-feira, março 08, 2005

  O (Des)Acordo

Parece que não se entendem, no Luxemburgo. Entre os que querem gastar à tripa-forra e os que têm um mínimo de juízo, não há espaço para acordos. Rezemos para que não se entendam.

Imaginem-se governos como o que aparenta ser o nosso sem limites à gastação... Pobres filhos, os nossos. Pobres filhos e filhos pobres.

Afinal, o PEC tem sido o único travão à despesa pública. Um fraco travão, mas um travão. Os limites impostos pelo pacto constituem-se hoje na única defesa dos cidadãos perante a ganância de alguns estados europeus. Por isso, que viva o PEC. Agora só era preciso apertar os limites...

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