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sexta-feira, junho 24, 2005

  O Estado ao Absurdo

A nova lei das rendas, numa leitura apressada às poucas absurdas ideias que o absurdo Eduardo Cabrita ontem transmitiu, em vez de resolver de uma vez por todas a situação catastrófica que o estado causou no sector do arrendamento, parece ser uma mistura diabólica de burocracia com estatismo atrasado, acompanhada da habitual falta de respeito pela liberdade dos cidadãos e da propriedade privada.

Esta lei parece ser um atentado à liberdade individual e à livre contratação entre cidadãos, uma completo mastodonte administrativo, uma inacreditável intromissão do estado na esfera privada, um convite à corrupção generalizada para que o burocrata de serviço atribua boas ou más avaliações ou adequados coeficientes de conservação e, provavelmente, é o tiro de misericórdia no mercado de arrendamento e o fim da esperança da renovação do centro históricos das nossas cidades.

Resta-me uma esperança. Tendo em atenção a já longa história de disparates televisivos do absurdo personagem Cabrita, pode ser que o texto da lei não seja tão mau como o que nos foi sugerido.

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