terça-feira, junho 21, 2005
Salário Mínimo e Desemprego (A propósito destes posts Blasfemos.)
Foi numa aula que me evidenciaram com toda a clareza a relação entre Salário Mínimo e Desemprego.
A lição versava justamente os temas do emprego, desemprego e suas causas. O excelente professor apontou a primeira causa. Salário Mínimo. As políticas de salário mínimo são geradoras de desemprego entre os cidadãos pouco qualificados.
Uma outra causa. Nível dos subsídios de desemprego e de distintos desincentivos à procura activa de emprego. Nada disto gerou muita polémica porque as demonstrações que iam aparecendo a giz no quadro negro eram demasiado simples e compreensíveis, mesmo para quem estava predisposto a não aceitar a explicação.
Algum tempo depois o excelente professor discorreu sobre as razões do desemprego qualificado. Grande parte da discussão que se seguiu incidiu sobre o poder dos sindicatos e das ordens profissionais, a imposição de preços mínimos acima do equilíbrio em determinadas áreas, regulamentos limitadores do acesso que fazem diminuir a oferta aumentando o preço e sobre o efeito da existência de normas rígidas de contratação.
Discutimos por alguns minutos o efeito do excesso de regulamentação no mercado de trabalho, que ao aumentar os custos para o empregador fazia cair a procura. O exemplo mais óbvio era a dificuldade/custo de resolução dos contratos por parte do empregador.
A excelente aula terminou. O excelente professor chamava-se (e ainda se chama) Luís Campos e Cunha.
Foi numa aula que me evidenciaram com toda a clareza a relação entre Salário Mínimo e Desemprego.
A lição versava justamente os temas do emprego, desemprego e suas causas. O excelente professor apontou a primeira causa. Salário Mínimo. As políticas de salário mínimo são geradoras de desemprego entre os cidadãos pouco qualificados.
Uma outra causa. Nível dos subsídios de desemprego e de distintos desincentivos à procura activa de emprego. Nada disto gerou muita polémica porque as demonstrações que iam aparecendo a giz no quadro negro eram demasiado simples e compreensíveis, mesmo para quem estava predisposto a não aceitar a explicação.
Algum tempo depois o excelente professor discorreu sobre as razões do desemprego qualificado. Grande parte da discussão que se seguiu incidiu sobre o poder dos sindicatos e das ordens profissionais, a imposição de preços mínimos acima do equilíbrio em determinadas áreas, regulamentos limitadores do acesso que fazem diminuir a oferta aumentando o preço e sobre o efeito da existência de normas rígidas de contratação.
Discutimos por alguns minutos o efeito do excesso de regulamentação no mercado de trabalho, que ao aumentar os custos para o empregador fazia cair a procura. O exemplo mais óbvio era a dificuldade/custo de resolução dos contratos por parte do empregador.
A excelente aula terminou. O excelente professor chamava-se (e ainda se chama) Luís Campos e Cunha.
